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Operadoras: VIVO lidera, Claro em segundo mas sofre ameaça pela TIM

Mesmo com um crescimento da sua participação no mercado em maio, a Claro segue com o segundo lugar no mercado brasileiro de telefonia móvel mas é ameaçado pela rival, TIM.

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De acordo com os levantasmentos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados nesta sexta-feira a VIVO, Claro e TIM obtiveram um crescimento no seu market share.

A VIVO fechou com 29,48%, sendo a líder, até o momento, seguida pela Claro, que encerrou a participação em maio com 25,46%, que está tendo sua posição ameaçada pela TIM, que terminou o mês passado com 25,34% de market share.

Se olharmos bem, as diferenças entre as três maiores operadoras hoje não é grande, especialmente entre a Claro e a TIM.

A Oi, a quarta maior operadora móvel do país, já não teve um resultado tão animador. Com a fatia de mercado de 19,3% viu sua fatia cair no mês de maio (antes era de 19,56% em abril).

O crescimento tanto da Claro, quanto da TIM são, respectivamente, agregados à suas promoções nos planos pós e pré-pagos como também nos valores dos aparelhos. A TIM, por exemplo, está ofertando iPhone 3GS de 8GB por menos de mil reais, sem planos pós-pagos, enquanto na Claro se pode adquirir um iPhone 4 16GB, em um plano pós-pago, por menos de R$ 500.

Mas com esses números, penso eu, não acredito que a VIVO vá conseguir ficar mais tempo no topo e acho que seria uma ótima idéia, pelo departamento de Marketing da operadora, começar a trabalhar em meios de atrair os consumidores e aumentar, por seguinte, a sua fatia de mercado.

Fonte: Info

Trocar iPhone 3GS pelo iPhone 4 – É realmente importante para você?

Com o lançamento próximo do novo aparelho da Apple em nossas terras brasileiras, muitos perguntam se vale ou não a pena investir em um aparelho como o iPhone 4, especialmente os que já são proprietários do modelo 3GS.

Fiquei em dúvida quando começou os rumores e já declarei que pretendo compra-lo, a principio com interesse voltado em formar opinião e testar o dispositivo, mas hoje venho dizer o que realmente pode pesar (especialmente para mim) na escolha do novo iPhone para substituir o meu bom e velho amigo 3GS, a bateria.

Todo os recursos que a mídia fanática vende como “surpreendente” no iPhone 4, não é algo de se jogar fora mas também não é algo que vá valer o que se cogita no seu preço inicial (e como sabemos, no Brasil ele vem muito caro). A duração de bateria para mim, será o fator determinante para a escolha do aparelho que em alguns testes, em sites gringos, consegui observar que no novo aparelho a duração teve um aumento  próximo à 2x mais que o 3GS.

Como o iPhone vem sendo o meu aparelho principal, e eu dependo de um que agüente o trabalho pesado com ligações, uso da internet (email e redes sociais), além de SMS e algumas notificações, sem ter que carregar a cada 5 horas, o 3GS (especialmente depois da atualização para a 4.0.2) não anda atendendo essa necessidade imediata e eu acabo sempre recorrendo a carregar mais um aparelho no bolso (O que pode causar de preocupação à desconforto).

Vou esperar pelo lançamento do modelo por aqui através das vias legais (operadoras) e ver por quanto sairá o novo iPhone 4 para decidir mais uma coisa fundamental nessa situação: O quando comprarei.

E você, pretende trocar o seu iPhone pelo novo?

Procon Recife divulga lista de empresas mais reclamadas do mês de Agosto

O Procon de Recife divulgou a lista das dez empresas mais reclamadas do mês de Agosto e alerta a população a evitar a contratação dos serviços dessas instituições.

Foram mais de 270 queixas apenas no mês passado, o que se formos parar para pensar, ainda é um índice baixo. A Operadora Oi, que já foi a maior de pernambuco, lidera a lista com 28 queixas que se referem a cobrança indevida, não liberação do número para portabilidade e o não cumprimento da liberação de bônus (que é o maior motivo de ainda termos tantos números na empresa).

Em seguida, temos o Bompreço (2º lugar), Eletro-Shopping (3º lugar), que teve reclamações referentes ao atraso de entregas e venda de produtos defeituosos e pelos mesmos motivos as Lojas Insinuantes ficaram em 4º lugar.

Em quinto lugar, vêm a Operadora Claro, sexto lugar o cartão Hipercard, 7º lugar as lojas Carrefour, 8º lugar a Compesa (que prestas serviços referente a distribuição de água no Estado), 9º lugar a Celpe (empresa que presta serviços referente a distribuição de energia no Estado) e por ultimo, a LG que ocupa o 10º lugar.

Abaixo temos a dica da Cleide Torres que pode evitar vários problemas para o consumidor:

Minha dica para o consumidor é que ele, por exemplo, procure aparelhos de outras marcas para evitar problemas. Outra orientação é que o consumidor peça ao vendedor para testar os eletrodomésticos antes de efetuar a compra.

Em Recife, o Procon se localiza na  Rua Carlos Porto Carreiro, nº156, Boa Vista, e atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Informações pelos telefones 3232.1464 ou 0800.281.131.

Fonte Procon Recife

Pane atinge operadoras de telefone e irrita pernambucanos

Ontem foi um dia caótico para os pernambucanos que não curtem dançar o típico forró da época junina. Devido à uma pane, que aconteceu ontem no final da tarde, gerou transtorno e revolta em relação aos serviços prestados pelas operadoras de telefone fixo e móvel. As reclamações caíram sobre a Oi, Vivo, Tim, Nextel, GVT e Oi Velox (parece que a Claro se salvou).

O JC Online, foi buscar essa informação e entrevistou o gerente de Comunicações da Vivo Nordeste, Eduardo Valente, que informou que a queda foi provocada por um problema em um link da empresa na Bahia devido as fortes chuvas que estão ocorrendo no estado. De acordo com a equipe do JC, esse talvez tenha sido a causa da pane ter se estendido à outras operadoras.

A pergunta que não quer calar é: Para onde vai o lucro, que é absurdo, das operadoras? Não deveriam ir em parte para  a área de Infra-Estrutura?

Parece que o valor que nós é cobrado, que é um dos mais elevados do mundo, pelos “excelentes“, para não dizer péssimos,  planos disponibilizados pelas prestadoras não está cobrindo o custo de infra-estrutura. Será que nós consumidores teremos que exigir aumento nos planos para havermos um mínimo de qualidade que já deveria estar inclusa obrigatoriamente no já abusivo valor cobrado?

Vou procurar meu código de defesa do consumidor para aliviar os nervos, depois de passar por quase 24 horas sem serviço pago. A Utopia da lei é melhor que a triste realidade dos consumidores brasileiros.

Oi vs Vivo : Qual é a melhor operadora 3G?

Quem aqui lembra de ter ouvido, visto, ou whatever que a Vivo tem a melhor qualidade 3G, maior cobertura e velocidade? É, eu cansei de ouvir isso (por vendedores, a prória Vivo e por usuários) e convenhamos, após esse teste, muita coisa fica em dúvida. Vejam as imagens abaixo e tirem suas conclusões:

As perguntas que ficam no ar são: A Vivo decaiu de qualidade? ou A Oi melhorou a qualidade? Em ambos os casos, a velocidade apresentada passa longe do que deveria ser 3G e só tenho mais uma coisa que gostaria que vocês vissem: SpeedTest da Vodafone 3G  Itália:

Print via http://ipadevice.com

É. Nem com “reza brava” alguma operadora consegue essa taxa. E os preços que eles pagam lá, estão muito abaixo do que costumamos pagar aqui.

Qualidade queridas operadoras brasileiras, qualidade. Invistam nisso e no preço baixo que em pouco tempo, o Brasil deixa de ser o país do pré-pago para se tornar o do pós-pago. E lógico, com isso suas receitas aumentam. É uma conta que não precisa ser especialista para saber que dá certo.

Serviços telefónicos no Brasil – O que pode(deve) melhorar?

Nosso país é grande e com uma vasta população,sendo um bom mercado para toda empresa de ramos distintos. Contudo, parece que aqui, somos obrigados a encarar uma serie de falhas, seja de estratégias, seja fiscais, seja tributária e com isso, acaba pesando para a qualidade dos serviços que encontramos aqui.

O Brasil, é um dos países que mais se cobra por serviços telefónicos do mundo, seja aparelhos, seja custo dos planos por parte das operadoras, acarretando uma qualidade péssima  em serviços que temos e a preferência que a maioria dos clientes tem, de planos pré- pagos.

Mas a culpa dessa preferência, por planos pré, é de quem?

As operadoras, culpam os consumidores e estes culpam as prestadoras. Nesse jogo de balança, entre operadora e cliente, parece que as empresas esquecem do bom e velho ditado “os clientes sempre tem razão”, usado por boas empresas.

Vou tentar expor minha opinião de como surgiu a necessidade dos clientes para optar ao serviço pré-pago, no Brasil,  e como resolver esse problema, garantindo um serviço bom, justo e lucrativo.

  • Por que pré-pago?

Muitos clientes se sentem inseguros com as operadoras e por isso preferem pegar aparelhos mais simples( mesmo que suas necessidades não sejam atendidas por eles), do que ter dores de cabeça com planos pós-pagos. Devido à essa situação, que envolve cobrança indevida, multas contratuais pesadas, custo por excedente elevado e complicações em resolver pequenas coisas, ou dúvidas, a maioria das pessoas preferem escolher planos pré-pagos, onde se tem  possibilidade de um controle maior dos gastos, sem precisar recorrer, muito, as operadoras.

Como alguns sabem, planos pré-pagos não geram tanta receita quanto planos pós-pagos, causando um certo prejuízo a elas, especialmente no Brasil, onde a preferência por esse tipo de plano é comum.

Para se resolver isso, as operadoras tem que, urgentemente, atrair esse publico para os planos pós. Mas, ao que parece, elas não sabem como fazer isso, criando transtornos que, facilmente, poderiam evitar se tomassem uma outra postura no mercado brasileiro e deixassem um pouco de pensar em “planos caros para suprir a baixa de vendas”, para pensar em “abaixar os preços dos planos para atrair mais clientes”.

  • Planos de dados

Chega a ser uma piada no Brasil a maioria dos planos 3G ou de dados das operadoras. Algumas não conseguem manter a velocidade de 1mbps, sendo apenas, até o momento, a VIVO pioneira nisso. Outras prestadoras, usam o termo Ilimitado para esconder suas deficiências de Velocidade, como se vê na TIM e na Claro. Além desse problema, há outro muito pior : O preço. Pagamos caro para ter um serviço que, em muitos casos, se iguala à velha “discada” usada a muitos anos atrás.

Sabemos que no Brasil há mercado para esse serviço, tanto que o governo quer incentiva-lo, mas com esses problemas, que são gerados pelas próprias operadoras, ficaria muito difícil haver a troca da velha internet “fixa” pela móvel, já que tudo se resume a limitações de tráfego, velocidade, qualidade. Para que o serviço se torne popular e muito lucrativo para as operadoras, tem que se resolver isso. Cliente insatisfeito não permanece com o serviço, isso também é provado pela quantidade de clientes migrando de uma operadora para outra.

Nos EUA, os preços e qualidade dos serviços de dados atraí muito os clientes e torna, esse mercado, cada vez mais interessante e mais empresas investem nele(vide os netbooks e tablets que virão com força). No Brasil, poderia ser igual, mesmo com a gritante diferença de renda entre os países. É de ciência que as operadoras cobram muito caro por um serviço que pode ser feito pela metade do preço, R$60,00, com uma qualidade muito melhor.

O ponto lucrativo, para as operadoras, seria a quantidade das assinaturas e permanência dos clientes, não no valor da assinatura.  Esse tipo de conduta, é encontrada em boa parte do mundo, menos no Brasil.

  • Planos Pós-pagos

Os planos pós-pagos no Brasil têm diversas falhas e essas sempre geram inúmeros protocolos de reclamações em diversos órgãos de defesa ou denuncia( Anatel, Procon). Como alguns já devem ter ouvido, existe um ditado popular que as operadoras deveriam aprender – ” A melhor propaganda, é a de boca em boca”. Clientes satisfeitos, serão sempre a melhor propaganda, mesmo com promessas de aparelhos ultra-modernos a preços de “7 belo” na porta, eles serão fieis a qualidade do serviço, valor do plano, vantagens do mesmo, bônus que ganham por serem clientes daquela operadora.

Para fazer os clientes satisfeitos, temos que encerar algumas atitudes, que levam apenas à “problemas” nos órgãos de denuncia e gerando, por consequência, à prejuízos financeiros para operadora.

Alguns tópicos que devemos pensar que poderia melhorar, estão abaixo:

Encerar Multas Contratuais

Não são elas que vão manter o cliente, são os serviços. Quanto melhor for o atendimento, resposta, qualidade de sinal, efetivação dos serviços, controle dos mesmos, mais o cliente vai gostar da operadora e vai falar dela para os demais. Esse tipo de atitude, está presente na TIM onde, até o momento, se encontra uma forte migração para planos infinity-pré. As pessoas estão migrando para a operadora(lembrando que estou usando o mercado pernambucano como exemplo prático), devido ao “boca -a-boca” e não as propagandas televisivas, cartazes ou panfletos, associado a qualidade da promoção como um todo. Sem a multa, o cliente se sente livre para migrar de operadora, bastando apenas ELA para que o mesmo se fixe e não de um valor que, as vezes e por algumas operadoras, chega a ser maior que um salário mínimo. Tornando o cliente “escravo” de sua operadora, devido a prisão à mesma, e não cliente.

Sem cobrança de desbloqueio

Novamente, as operadoras erram feio nesse quesito. Impor cobrança de desbloqueio, mesmo com o novo código da Anatel no pé, é insegurança e logo, se a empresa tem insegurança, mostra que há problemas no seu serviço em relação as outras. Se uma empresa tem essa insegurança, qual motivo tem um cliente para confiar nela? Além desse problema, se detecta outra fonte de prejuízo para as operadoras com pilhas de processos no Procon, já que, na maioria dos casos, é causa ganha. Desgaste desnecessário, no meu ponto de vista.

Controle de serviços

Cliente tem que pagar por aquilo que ele contrata e não por “serviço adicional”. O que ele não contrata deveria ser bloqueado, como já se encontra essa possibilidade, mas o cliente  tem que pedir por fora e não no ato da aquisição de contrato. Por que não fazer isso na hora da contratação? Isso evitaria, novamente, insatisfação do cliente e uma série de processos por cobrança indevida. Além de prejudicar a imagem da operadora em vários setores.

Diminuição de valores

Os preços dos planos pós-pagos no Brasil são elevados e pouco atrativos para a maioria das pessoas. Com a criação, ou mesmo uma copia dos valores próximos aos praticados em outros países, talvez teríamos maiores adeptos desse tipo de plano. Para quê cobrar R$ 300,00 por planos de 1000 min? Se formos ver, poucas pessoas aderem a esse tipo de plano, por ser caro e as vezes utrapassam essa quantidade por não atender, suficientemente, as necessidades do cliente.

Minha opinião sobre isso, é que planos para pessoas fisicas, deveriam ser de até R$300, 00 com minutos maiores que hoje encontrados, como por exemplo, planos de 3000 minutos. Os demais planos, tem que ter preços populares e atrativos, para que assim, as pessoas prefiram aderir ao pós-pago, por poder falar mais, usar mais, que no pré-pago. Planos iniciais de R$15,90 com 50 minutos de voz, por exemplo, chamaria atenção até de quem ganha um salário mínimo, aumentando a renda da operadora, já que teríamos maior número de assinaturas.

DDD e Local sendo usados nos minutos contratados pela linha.

Existe pessoas que cansam de gastar dinheiro em ligações DDD por não ter suporte a isso por sua operadora. Certo, que hoje temos a TIM com os planos Infinity e Liberty que dá essa possibilidade entre números da mesma operadora, mas ainda é insuficiente. Deveria haver liberdade do cliente em usar seus pacotes de voz para locais ou DDD, sem ter que optar por pagar à  mais na sua conta.

Isso é possível, tanto para linhas pertencentes a mesma operadora, como por onde ela tem rede. É encontrado, constantemente, por empregados das prestadoras, Nextel, VIVO, Claro, TIM, OI, e não deveria ser um “privilegio” deles, já que somos nós quem gera renda para a empresa.

A sugestão seria, por exemplo, plano 200 minutos para ligações DDD ou local e após isso, deveria haver uma cobrança por minuto excedente.

Planos específicos para Smartphones

Mesmo havendo um controle, por parte do cliente, um smartphone sente a necessidade usar dados, seja de operadora ou wifi, para que ele tenha um bom uso, e isso independe do sistema operacional usado (Symbian, Iphone OS, Windows Mobile, Android). Uma estratégia dessas, poderia ser lucrativa tanto para a fabricante, como para a operadora, já que atrairia clientes a tê-los ao invés de aparelhos mais comuns.

Até já tem um esboço desses planos, como podemos citar o Iphone na VIVO, mais ainda há coisas a melhorar( entre elas, o preço dos planos).

  • Aparelhos

É um ponto crítico mas fundamental à operadora. Uma operadora que não vende aparelho com preço atrativo, perde parte da barganha  na conquista de clientes, já que um aparelho interessante sempre será bem-vindo. Uma forte parceria com as operadoras, como acontece em outros países, convidaria as pessoas à trocarem mais e mais de aparelhos aumentando a renda da fabricante e, dependendo do valor vendido pelas operadoras, para as prestadoras de serviço também.

No Brasil, devido aos inúmeros assaltos e a questões de preços dos mesmo, as pessoas sempre preferem pegar um aparelho simples( já que, um aparelho BOM, tem custo elevado e perde-lo, seria um prejuízo grande para o cliente). Se as operadoras, trabalhassem como em outros países, haveria uma receita e venda maior de aparelhos mais sofisticados por aqui.

Essas são algumas das minhas opiniões sobre o assunto, tendo por base que sou cliente pós à 4 anos e vejo muitos desses problemas. Através de minhas conclusões, não digo que estou certo ou errado mas, que tem grandes possibilidades de haver um bom retorno para as operadoras como para nós, clientes, e até mesmo para as empresas, que estão “meia desacreditadas” devido aos valores cobrados aqui,(vide o caso do Nexus One, onde a Google não priorizou a venda no Brasil devido ao possível valor elevado que ele teria, se seguisse a tabela atual de preço) com adesão ou mesmo uma analise e adaptação de algumas dessas ideias para o nosso  mercado que poderia ter uma volta em curto/médio prazo.

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