A primeira coisa que chama atenção no
MacBook Air é, sem dúvidas, a sua espessura e peso que até pouco tempo atrás era incomparável no mercado. Mas a
Samsung este ano, durante o evento CES 2011, mostrou que a
Apple não é a única que pode fabricar algo realmente surpreendente aos olhos dos consumidores.

O Samsung Serie 9 é a nova linha de Notebooks ultra-finos da gigante coreana que vem, acima de tudo, levar uma alternativa com Windows para os consumidores que apenas tinham os modelos ultra-finos da Apple, com o seu Mac OS X. Os notebooks que contam com o famoso material Duralumínio, que é encontrado em aeronaves, vem a ser o Notebook mais fino com o sistema operacional da Microsoft. Tudo associado também a um design realmente elegante.

O Samsung S9 vem com processadores i3 e i5 e armazenamento de dados por SSD, que são muito mais rápidos que os HDD (ou mais conhecidos como HD) que muitos dos computadores hoje oferecem. No modelo que é vendido no Brasil, as configurações são realmente atraentes, como podemos ver abaixo:
- Processador Intel Core i5 2537M Sand Bridge de 2.3GHz
- Memória RAM de 4GB (DDR 3) expansível até 8GB
- Conexão HDMI e portas USB 3.0
- SSD (Solid State Drive) de 128GB
- Tela de 13,3 polegadas LED LCD
Com o conjunto de seu hardware, o Samsung Serie 9 inicializa-se em 15 segundos e em 3 segundos ele reinicia o seu sistema. A sua bateria tem uma ótima duração, que chega até 8 horas de autonomia.
O teclado do Samsung Serie 9 segue, também, os padrões próximos aos dos notebooks da Apple, sendo iluminados em ambientes pouco favorecidos de iluminação e leva assim um maior conforto e visibilidade para as teclas.
O Samsung Serie 9 está a venda no Brasil e pode ser encontrado no valor de R$ 4,999 e tem um preço muito próximo ao do Macbook Air, que custa R$ 4,499, de configurações semelhantes mas que tem um processador Intel Core 2 Duo de 1.86GHz.
Para mim, esse é o melhor notebook com Windows 7 no nosso mercado. Por mais que o seu preço seja extremamente salgado, o seu nível está próximo ao que encontramos hoje nos notebooks da Apple, o que pode acabar “justificando” o seu custo elevado.